Aline: Marcelo, pra que serve o eucalipto?
Eu: Pra fazer Halls.
Aline: Mas uma árvore daquele tamanho dá pra fazer um montão.
Eu: Eles só usam metade pra fazer o Halls, a outra metade eles colocam na sauna.
------- " -------
Primeiro dia de trabalho:
3º Elemento: Agora que você já usou, deleta esses arquivos pra não deixar na área de trabalho.
Tic Tic Nervoso: Ok.
Segundos depois:
4º Elemento: Cadê os arquivos do ano todo?
Tic Tic Nervoso: Eu deletei.
4º Elemento: Mas todos?
Tic Tic Nervoso: O 3º Elemento mandou.
3º Elemento: Eu falei pra você deletar os da sua área de trabalho.
Tic Tic Nervoso: Poutz, eu dei Ctrl Del em todos da pasta.
Eu: Olha a mão sexy dando o ar da graça.
3º Elemento: Pronto, já tem um apelido, Ctrl Del.
Depois de um tempo:
Tic Tic Nervoso: Será que eu fiz uma cagada grande?
Eu: Relaxa, isso não é nada.
Tic Tic Nervoso: Ainda bem.
Eu: Mas dou dar uma dica, aproveita a tarde e imprime uns currículos...
------- " -------
Tic Tic Nervoso: O que é o "Sambô"?
Eu: É uma banda que pega todas as músicas legais e acaba com elas.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Aline no País dos Parabrisas
Da série "Parabéns nunca é demais":
3º Elemento: Não tem como pagar com cartão alimentação menos de um real.
Eu: Ainda bem que ainda tenho R$ 12,68.
Aline: Então você tem R$ 12,00.
Eu: ???
Aline: Você não ouviu o que o 3º Elemento falou? Não dá pra pagar menos de um real.
Eu: Ah tá, só agora lembrei que um real vale uns quinze reais, depende da cotação do dia.
Aline: Nossa, esquece o que eu falei.
Eu: Parabéns!
------- " -------
Eu: Olha os balões no céu.
Aline: Nossa, que legal! Será que vai alguém lá dentro?
Eu: Pfff! Deixa de bobeira, depois que o padre morreu eles proibiram, é tudo por controle remoto.
Aline: Mas assim não tem graça, tem que ir lá na casinha.
Eu: Lei é lei.
Aline: Você tá me enganando?
Eu: Parabéns!
------- " -------
Eu: Formatei o PC.
Aline: E como você fez com as coisas que queria salvar?
Eu: Fiz backup no HD externo.
Aline: Eu quero formatar o meu também mas não sei fazer isso.
Eu: É bem difícil, se quiser a gente tira uma tarde pra eu te ensinar.
Aline: Demora muito?
Eu: Depende de quanto tempo você acha que tem uma tarde...
Aline: Vai me zoando, você bem que podia fazer isso pra mim.
Eu: Bilão, é só você copiar do seu PC e copiar no HD externo.
Aline: Ah, isso eu sei fazer. Marcelo, me empresta seu HD externo pra eu salvar minhas coisas!?
Eu: Amanhã eu trago.
Alguns dias depois (com roupa diferente):
Formatador: Bilão, que windows você quer que eu instale?
Aline: Não precisa disso, eu já fiz backup.
Formatador: ???
Eu: Ah tá!
Aline: Eu quero isso que ele falou?
Eu: Só se você quiser que seu computador funcione.
Aline: Então eu quero.
Formatador: A pergunta foi, "qual?"!
Aline: Marcelo?
Eu: Coloca o 98.
Formatador: Vou colocar o windows 7 só pro Marcelo parar de se divertir.
Eu: Parabéns!
------- " -------
Aline: Quando eu conheci ele pela 1ª vez...
Eu: Mas tem como conhecer pela 2ª vez? E eu achava que quando você conhece alguma coisa meio que elimina o fator "conhecer".
Aline: Engraçado, uma voz fica martelando na minha cabeça uma palavra "que chato!"...
Eu: Só pra constar, "que chato" são duas palavras...
Aline: Tem outra falando "pega um revolver".
Eu: Três palavras, ainda bem que você parou de contar. Parabéns!
------- " -------
Aline: Gente, minha tela virou de cabeça pra baixo.
Eu: Galera, eu falei pra vocês não virarem o monitor dela de novo.
Aline: É sério.
Eu: Bilão, como você fez isso?
Aline: Não sei, estava normal e do nada inverteu.
Eu: Famosa mãozinha sexy.
Aline: Como assim?
Eu: Tudo que rela fode!
Nessa última faltou o parabéns.
3º Elemento: Não tem como pagar com cartão alimentação menos de um real.
Eu: Ainda bem que ainda tenho R$ 12,68.
Aline: Então você tem R$ 12,00.
Eu: ???
Aline: Você não ouviu o que o 3º Elemento falou? Não dá pra pagar menos de um real.
Eu: Ah tá, só agora lembrei que um real vale uns quinze reais, depende da cotação do dia.
Aline: Nossa, esquece o que eu falei.
Eu: Parabéns!
------- " -------
Eu: Olha os balões no céu.
Aline: Nossa, que legal! Será que vai alguém lá dentro?
Eu: Pfff! Deixa de bobeira, depois que o padre morreu eles proibiram, é tudo por controle remoto.
Aline: Mas assim não tem graça, tem que ir lá na casinha.
Eu: Lei é lei.
Aline: Você tá me enganando?
Eu: Parabéns!
------- " -------
Eu: Formatei o PC.
Aline: E como você fez com as coisas que queria salvar?
Eu: Fiz backup no HD externo.
Aline: Eu quero formatar o meu também mas não sei fazer isso.
Eu: É bem difícil, se quiser a gente tira uma tarde pra eu te ensinar.
Aline: Demora muito?
Eu: Depende de quanto tempo você acha que tem uma tarde...
Aline: Vai me zoando, você bem que podia fazer isso pra mim.
Eu: Bilão, é só você copiar do seu PC e copiar no HD externo.
Aline: Ah, isso eu sei fazer. Marcelo, me empresta seu HD externo pra eu salvar minhas coisas!?
Eu: Amanhã eu trago.
Alguns dias depois (com roupa diferente):
Formatador: Bilão, que windows você quer que eu instale?
Aline: Não precisa disso, eu já fiz backup.
Formatador: ???
Eu: Ah tá!
Aline: Eu quero isso que ele falou?
Eu: Só se você quiser que seu computador funcione.
Aline: Então eu quero.
Formatador: A pergunta foi, "qual?"!
Aline: Marcelo?
Eu: Coloca o 98.
Formatador: Vou colocar o windows 7 só pro Marcelo parar de se divertir.
Eu: Parabéns!
------- " -------
Aline: Quando eu conheci ele pela 1ª vez...
Eu: Mas tem como conhecer pela 2ª vez? E eu achava que quando você conhece alguma coisa meio que elimina o fator "conhecer".
Aline: Engraçado, uma voz fica martelando na minha cabeça uma palavra "que chato!"...
Eu: Só pra constar, "que chato" são duas palavras...
Aline: Tem outra falando "pega um revolver".
Eu: Três palavras, ainda bem que você parou de contar. Parabéns!
------- " -------
Aline: Gente, minha tela virou de cabeça pra baixo.
Eu: Galera, eu falei pra vocês não virarem o monitor dela de novo.
Aline: É sério.
Eu: Bilão, como você fez isso?
Aline: Não sei, estava normal e do nada inverteu.
Eu: Famosa mãozinha sexy.
Aline: Como assim?
Eu: Tudo que rela fode!
Nessa última faltou o parabéns.
To be a rock and not to roll
Teu: O que falta pra...
Eu: Só
falta to be a rock and not to roll.
Teu: Ahn?
Eu: É cara,
to be a rock and not to roll...
Teu: Que isso?
Eu: Cara, essa é a 7ª lei da termodinâmica.
Teu: Ah tá.
Eu: Você não conhece nada de ciência mesmo. Cara, é assim, sabe baskara?
Teu: Sei.
Eu: Então, você pega a fórmula de baskara, soma os catetos e
eleva ao cubo, transforma em graus fahrenheit, adiciona o anel benzeno e pronto.
É a base de toda a verdade sobre a raça humana, como se deu o big bang e a
teoria da evolução de Darwin, 1ª Guerra Mundial, chave tetra, the white album
dos The Beatles, porque Deus descansou no sétimo dia, porque os São-paulinos
são todos viados, essas coisas... Tudo comprovado cientificamente.
Teu: Eu não sabia que hoje era o dia de falar todas as merdas que
a gente pensasse. Explica porque você é gordo?
Eu: Explica tudo, até o troca troca que você fez com seus vizinhos.
Teu: A gente era criança, não conta.
Eu: Vou contar pra sua mãe.
Teu: Vai se f**der! Eu não fiz nada.
Eu: Velho, to
be a rock and not to roll é high tech.
Teu: Que porra é essa?
Eu: É uma filosofia de vida, tá no chakra, fica do lado do
apêndice. To be a rock and not to roll explica qualquer coisa, pergunta pra sua mãe, ela deve conhecer.
Ao fundo:
Teu: Mãe, você
sabe o que é to be a rock and not to roll?
Mãe: Não!
Teu: O Marcelo tá falando que é de última geração.
Mãe: Fala pra ele trazer aqui em casa.
De volta ao telefone:
Teu: Ela falou pra você trazer aqui, é de comer?
Eu: Cara, um dia você vai entender.
Ao fundo mais uma vez:
Teu: Mãe, o Marcelo falou que é de pregar na parede.
Mãe: Mas eu quero ver ele vir com essa merda pra cá, acabei de
pintar a casa.
Ao telefone:
Eu: Cara, eu não falei isso.
Ao fundo:
Teu: Mãe, ele falou que se você não deixar ele não conversa mais
comigo.
Mãe: Manda ele ir catar coquinho.
Telefone:
Teu: Ela mandou você ir...
Eu: Eu ouvi!
Teu: Então, você vai falar o que falta?
Eu: Mas eu já
falei, falta TO BE A ROCK AND NOT TO ROLL!
Teu: Enfia essa p**rra no c**!
Eu: O Joselito, foi você que falou que faltava alguma coisa, não eu. Eu só te cortei.
Teu: Ah é.
Eu: Você não sabe o melhor.
Teu: O quê?
Eu: Tem gosto de paçoca.
Teu: Opa! Eu gosto de paçoca.
Eu: Cara, to be
a rock and not to roll pega mulher.
Teu: Mas pega
fácil?
Eu: Ôh!
Teu: Tá pra nascer um idiota que nem você.
Eu: To be a rock and not to roll alivia o calor, deixa mulher
mais cheirosa, não deixa o celular fora de área, serve pra desrosquear parafuso
e ainda deixa o cabelo mais macio. O negócio é tão bom que chupa cana, assovia
e faz chover.
Teu: Só não é melhor que meter pelado.
Eu: Sabe o que você faz quando vir um fantasma?
Teu: To be a
rock and not to roll.
Eu: Não, sai correndo. Bicho, fantasma mete medo.
Teu: Eu preciso dar um soco na sua boca pra você falar menos
merda.
Eu: Hum, fortão! Você acha que eu tenho medo de você?
Teu: É bom ter.
Eu: Só porque você é mais forte que eu? Eu não tenho medo de
nada.
Teu: Aham.
Eu: Só de arraia.
Teu: Sei.
Eu: E palhaço.
Teu: Tá bom.
Eu: E fantasma, mas só um pouquinho.
Teu: Que cagão!
Eu: Cagão não,
to be a rock and not to roll.
Teu: Acabou?
Eu: Não.
Eu: Alô?! Viado!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Aut non tentaris, aut perfice
Cansada de ver gente frustradas dando conselhos idiotas
Um deles e o que mais me irrita é quando você acaba de
apresentar seu namorado/romance/amor/ para alguém que sequer tenha intimidade e
a pessoa já vai logo desferindo um “não vai casar hein” ou “não more junto
porque vai dar errado”.
Na boa eu não entendo, quer dizer que meu relacionamento
amoroso está fadado ao fracasso porque o seu não deu certo...ahhh por gentileza
foda-se.
Não que eu seja a favor de casamentos. Meus amigos sabem os
motivos pelos quais não sou apegada a esse enlace.
Mas isso não me dá o direito de ficar falando merda , cuspindo
lama e frustrações as pessoas felizes e enamoradas.
É feio ver meninas decepcionadinhas com romances canalhas que
deram errado sendo uma piriguete sem talento.
É feio também ver jovens
quarentões pregando a pegação geral e cantando uma ode a solteirísse.
Estar solteiro, ou
namorando/casado com alguém não é religião.
É apenas um momento da vida, pode ser pra sempre ou não. A
única coisa definitiva é a morte. Então vamos aproveitar o intervalo pra ser
feliz.
Viva e deixe viver , isso é bonito.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Politica e a teoria do escambal
Outro dia vi alguém dizendo que esses carros de sons e etc
que estão tirando o sossego de muitos moradores eram marketing político. Meus
caros digam o que quiserem , mas não posso deixar que ofendam a minha
profissão.
Não, isso não é marketing político. É como comparar o
caminhão da pamonha com a coca-cola.
Isso, meus caros, também não é campanha política, isso é
como alguém que vai ao médico e recebe aspirinas para tratar um câncer, ou a
nutricionista tratar obeso com a nova dieta da revista da Cláudia.
Existe todo um complexo contexto para criarmos uma marca
forte, falo isso com a propriedade de quem já estudou muito a respeito e já
trabalhou muito também. Não que isso seja necessário para um político, já que é
só ter boas intenções e ser um entusiasta , vide tiririca.
Marketing político e eleitoral não tem nada a ver com o que
se tem feito, o marketing político se define pela longa trajetória de alguém
que vem trabalhando nas áreas afins do cotidiano da população. Entendendo de
forma adequada as suas necessidades e aplicando as soluções e formando seu
trabalho.
Marketing eleitoral é quando o tal candidato descobre quais
as necessidades da população e traça suas estratégias pautadas nisso e convence
os eleitores de que a plataforma dele é a melhor.
Só que até agora eu não vi isso. Carros de som não são, nem
nunca serão, forma de divulgar ou fortalecer marca nenhuma a não ser que você
queira vender pamonha, desinfetantes ou melancia ( nessa comparação não estou
querendo ofender esses nobre trabalhadores).
Isso não agrada ninguém. Se você decorar o número vai ser
pra ter certeza em quem não votar. Da mesma forma que sujam as ruas com seus
panfletinhos no dia das eleições. Para que aqueles que acham que são obrigados
a votar em qualquer um na sorte escolham um candidato.
Em épocas onde se fala muito em sustentabilidade e outras
aplicações para melhor qualidade de vida, pesquisem e pratiquem.
Parem de repetir o
que o outro candidato faz, isso é feio e
nem um pouco criativo.
Façam novo ,
diferente. É uma oportunidade única . Só assim poderemos acreditar e confiar. Não fiquem
cumprimentando pessoas que vocês não cumprimentavam antes e se quer cagavam pra
existência delas, agora interrompem suas sagradas compras de finais de semana
forçando sorrisos simpáticos e falando o que exatamente(?? )Eu desconheço
quaisquer objetivos de vocês .
Não é vergonha que a população seja ignorante, vergonha é
continuar na ignorância e ainda achar graça disso tudo.
Depois disso, espero que tenha ajudado e sido clara com
relação a atividade que vocês estão praticando em nome do marketing e/ou
publicidade e propaganda, não ofendam nossa categoria por gentileza.
Grata.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Projeto verão 2013
Comecei a frequentar a academia pela milésima vez.
Agora com um “treino” apropriado para o que eu quero.
O que eu quero é ficar sarada igual a Madona , não com a
idade dela, obviamente, mas se na idade dela eu conseguir, já tá legal. Mas prefiro
que seja daqui uns 15 dias.
Porque sinceramente acho que vou morrer.
Descobri que existe um exercício chamado “francês” véio na
boa , os franceses são cruéis só pode . Trate-se de um exercício pro tríceps ,
aquele músculo do tchau, acho que o Hitler usava isso pra torturar os judeus
franceses, sei lá enfim..dói.
Aliás muitos dos equipamentos de musculação parecem o s de
tortura, já notaram?! Fiz uma que chama leg press 45º, é pras coxas, sai de lá
mancando . Meu irmão provavelmente vai dizer que eu fiz errado...sei lá na
verdade até certo aquilo deve dar errado.
Enfim do que adianta uma academia cheia de homens pra eu
observar se eu fico sendo torturada por 1:30h e entre um exercíco e outro
caminho feito uma véia q precisa de andador.
Se continuar nesse ritmo vou ter que pedir ajuda pra limpar
a bunda, porque juro pra lavar o cabelo tá começando a ficar complicado, muita
dor nos músculos, dói em lugares que eu nem sabia que eu tinha.
Mas enfim o verão tá chegando minha gente, vamos ser felizes
de biquini . Uma barriga tanque pra mim por gentileza.
domingo, 8 de julho de 2012
Casamento
Toca o telefone:
Eu: Alô.
Sei Lá: Seu filho da p**ta! Porque você não vai me convidar pro seu casamento?
Eu: Porque eu não gosto de você. Vai se f**der!
Desliguei.
Sei Lá liga outra vez
Eu: Me deixa eu paz!
Sei Lá: Foi engano o primeiro telefonema, era pra ligar pra um amigo meu, errei o número!
Eu: Beleza, então eu te convido pro meu casamento.
Sei Lá: Você também está casando?
Eu: Não.
Sei Lá: Ah tá, valeu.
Eu: Falou.
Eu: Alô.
Sei Lá: Seu filho da p**ta! Porque você não vai me convidar pro seu casamento?
Eu: Porque eu não gosto de você. Vai se f**der!
Desliguei.
Sei Lá liga outra vez
Eu: Me deixa eu paz!
Sei Lá: Foi engano o primeiro telefonema, era pra ligar pra um amigo meu, errei o número!
Eu: Beleza, então eu te convido pro meu casamento.
Sei Lá: Você também está casando?
Eu: Não.
Sei Lá: Ah tá, valeu.
Eu: Falou.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
O campeão dos campeões
Eu não estou nem aí pra futebol, eu amo é o Corinthians.
Amor daqueles
incontroláveis, que na tristeza dá soluços.
"Maior amor
nem mais estranho existe. Que o meu, que não sossega a coisa amada. E quando a
sente alegre, fica triste. E se a vê descontente, dá risada. Louco amor meu,
que quando toca, fere. E quando fere vibra [...] Fiel à sua lei de cada
instante. Desassombrado, doido, delirante. Numa paixão de tudo e de si
mesmo"
Vinícius de
Moraes.
Se Derci, Chico e
outros não conseguiram ver, eu vi.
Eu já sabia que o
Corinthians ia ganhar, não tinha dúvida. Nesse momento você fala "Agora é
fácil falar".
Já havia dito pro
Danilo Mais Magro que Esqueleto "Vai dar Corinthians".
Digo de novo, eu
já sabia! Como sabia? Porque foi por minha causa.
Fiz tudo certinho:
- Não comprei
faixa de campeão porque dá azar.
- Assisti no
quarto do Maurício Mega Fone, porque dá sorte.
- Na hora do jogo
não elogiei os zagueiros e nem o goleiro porque dá azar.
- Gritava gol
antes da bola entrar, porque assim dá sorte no próximo ataque.
- Falar bem do
juiz jamais, dá azar p**rra!
- Liguei a rádio
Jovem Pan no meu pc porque dá sorte.
- E porque eu sabia que todo mundo faria tudo certinho pra gente ganhar.
- E porque eu sabia que todo mundo faria tudo certinho pra gente ganhar.
Eu sei que isso
tudo é pura superstição e não acredito nessas bobagens, mas que dá certo, dá!
Vai pra Antonio Pereira, Joaquim Ambrósio, Anselmo Correia, Carlos
da Silva, Rafael Perrone, Oswaldo Brandão, Sócrates, Ayrton e alguns outros. E foi invicto.
Como diz a música:
"Em livros de história seremos a memória dos dias que virão".
E essa história, daqui alguns anos, será por mim contada assim:
- Ele tremeu quando o Cássio saiu do gol, não deu outra, com a mão esquerda desviou para escanteio. Já o Paulinho não, ele não tremeu.
- O Sheik dominou a bola e depois colocou no ângulo. O Danilo? Garantiu o jogo de volta.
- Depois do Palmeiras foi a vez do Boca Jrs conhecer o tal do Romarinho.
- Veio o jogo de volta, faltava pouco, mas esse pouco era muito.
- Veio o intervalo, o primeiro tempo tinha sido feio, mas aos 8 minutos do 2º tempo as traves do lado do Tobogã deram sorte e veio o primeiro gol, aos 27 ele, Emerson, o mesmo do primeiro gol, fez o segundo, veio o final do jogo e com ele também vieram as lágrimas.
- E o grito incansável e orgulho de "É campeão!" começou ainda com bola rolando, e fomos campeões. Invictos!
- E começou a festa preta e branca, os fogos, mais lágrimas, os agradecimentos, muitos sentimentos misturados e um outro compartilhado por uma nação.
- E se fazia justiça, pois nós merecíamos tudo aquilo.
- E foi assim que eu coloquei o último "Chupa" no facebook.
Acabaram aqui as piadas "criativas" dos não-corinthianos, o estádio será palco da abertuda da Copa do Mundo de 2014 e o troféu da Copa Libertadores veio em 04/07/2012.
Como é bom chorar, assim como já tinha chorado em 2000.
Ai meu Corinthians, só meu! E de mais 30 milhões de pessoas, só delas.
"Em livros de história seremos a memória dos dias que virão".
E essa história, daqui alguns anos, será por mim contada assim:
- Ele tremeu quando o Cássio saiu do gol, não deu outra, com a mão esquerda desviou para escanteio. Já o Paulinho não, ele não tremeu.
- O Sheik dominou a bola e depois colocou no ângulo. O Danilo? Garantiu o jogo de volta.
- Depois do Palmeiras foi a vez do Boca Jrs conhecer o tal do Romarinho.
- Veio o jogo de volta, faltava pouco, mas esse pouco era muito.
- Veio o intervalo, o primeiro tempo tinha sido feio, mas aos 8 minutos do 2º tempo as traves do lado do Tobogã deram sorte e veio o primeiro gol, aos 27 ele, Emerson, o mesmo do primeiro gol, fez o segundo, veio o final do jogo e com ele também vieram as lágrimas.
- E o grito incansável e orgulho de "É campeão!" começou ainda com bola rolando, e fomos campeões. Invictos!
- E começou a festa preta e branca, os fogos, mais lágrimas, os agradecimentos, muitos sentimentos misturados e um outro compartilhado por uma nação.
- E se fazia justiça, pois nós merecíamos tudo aquilo.
- E foi assim que eu coloquei o último "Chupa" no facebook.
Acabaram aqui as piadas "criativas" dos não-corinthianos, o estádio será palco da abertuda da Copa do Mundo de 2014 e o troféu da Copa Libertadores veio em 04/07/2012.
Como é bom chorar, assim como já tinha chorado em 2000.
Ai meu Corinthians, só meu! E de mais 30 milhões de pessoas, só delas.
O Sport Club Corinthians Paulista tem tudo para ser, se ainda não é, o maior time da América. Porque do Brasil eu tenho certeza que é.
Ser sofredor é o que mais me faz feliz.
Ser sofredor é o que mais me faz feliz.
domingo, 24 de junho de 2012
A Primeira
Eu: Você falou com o Flávio?
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Eu não.
Eu: Ele quer falar com você sobre uma amiga dele que passou no concurso pra assistente social em Monte Castelo.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Ah, falei sim.
Eu: Então beleza.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Mas nem vai dar pra ela, não.
Eu: Como assim?
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: É que ela ficou em primeira.
Ah tá, agora tá explicado.
Eu: Calma aí, ela ficou na primeira posição e não vai ser chamada? Fizeram um concurso sem vagas, só pra testar o conhecimento da galera? Inteligentes, dinheiro fácil.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Não, tem duas vagas.
Ah bom! Agora entendi.
Eu: E eles começam a chamar a partir do?
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Tá ficando doido, Marcelo? Do primeiro...
Eu: Então!
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: É que ela deu azar de ter ficado em primeira.
Eu: Isso deve estar fazendo alguma lógica na sua cabeça. Explica!
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: É que ela ainda tá fazendo o último ano de serviço social.
C**ralho, custava falar isso antes?
Eu: E vocês vão chamar agora.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Sim, mês que vem deve chamar a primeira. Como ela se forma só no final do ano não vai dar.
Eu: E a segunda assim que você aposentar.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Isso, me aposento no fim do ano e no começo do ano que vem eles chamam a segunda.
Eu: Que é a terceira, ou seja, se ela ficasse em segunda, seria chamada.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Exatamente! A moça teve a infelicidade de passar em primeiro lugar.
E o mundo tá de parabéns.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Eu não.
Eu: Ele quer falar com você sobre uma amiga dele que passou no concurso pra assistente social em Monte Castelo.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Ah, falei sim.
Eu: Então beleza.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Mas nem vai dar pra ela, não.
Eu: Como assim?
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: É que ela ficou em primeira.
Ah tá, agora tá explicado.
Eu: Calma aí, ela ficou na primeira posição e não vai ser chamada? Fizeram um concurso sem vagas, só pra testar o conhecimento da galera? Inteligentes, dinheiro fácil.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Não, tem duas vagas.
Ah bom! Agora entendi.
Eu: E eles começam a chamar a partir do?
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Tá ficando doido, Marcelo? Do primeiro...
Eu: Então!
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: É que ela deu azar de ter ficado em primeira.
Eu: Isso deve estar fazendo alguma lógica na sua cabeça. Explica!
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: É que ela ainda tá fazendo o último ano de serviço social.
C**ralho, custava falar isso antes?
Eu: E vocês vão chamar agora.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Sim, mês que vem deve chamar a primeira. Como ela se forma só no final do ano não vai dar.
Eu: E a segunda assim que você aposentar.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Isso, me aposento no fim do ano e no começo do ano que vem eles chamam a segunda.
Eu: Que é a terceira, ou seja, se ela ficasse em segunda, seria chamada.
Ana Lúcia Vem em Mim Negão: Exatamente! A moça teve a infelicidade de passar em primeiro lugar.
E o mundo tá de parabéns.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Tchau Santos...
...Já vai tarde.
------- " -------
Lá vai o Maurício Mega Fone:
Eu: Olha o time de volei da Polônia tem o Bartman.
Maurício Mega Fone: É, e ele defende New York que nem o Homem-Aranha.
Eu: Que cidade?
Maurício Mega Fone: New York.
Eu: Então é o Superman que tá em Gotham?
Maurício Mega Fone: Ah é, Gotham City.
------- " -------
Maurício Mega Fone falando com a namorada dele no facebook:
Maurício Mega Fone: Sabe como chama o hamster do Danilo Mais Magro que Esquelo?
Namorada: Não.
Maurício Mega Fone: Hamlet.
Namorada: ????
Maurício Mega Fone: Não sabe quem é?
Namorada: Não.
Maurício Mega Fone: O pintor famoso lá....
E eu nunca canso de elogiar as obras de Shakespeare:
Michelangelo e Picasso.
------- " -------
Lá vai o Maurício Mega Fone:
Eu: Olha o time de volei da Polônia tem o Bartman.
Maurício Mega Fone: É, e ele defende New York que nem o Homem-Aranha.
Eu: Que cidade?
Maurício Mega Fone: New York.
Eu: Então é o Superman que tá em Gotham?
Maurício Mega Fone: Ah é, Gotham City.
------- " -------
Maurício Mega Fone falando com a namorada dele no facebook:
Maurício Mega Fone: Sabe como chama o hamster do Danilo Mais Magro que Esquelo?
Namorada: Não.
Maurício Mega Fone: Hamlet.
Namorada: ????
Maurício Mega Fone: Não sabe quem é?
Namorada: Não.
Maurício Mega Fone: O pintor famoso lá....
E eu nunca canso de elogiar as obras de Shakespeare:
Michelangelo e Picasso.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Casamento , diarréia e homem romântico só funcionam no papel
Explico, casamento só funciona no papel, isso mesmo.
Essa é a minha enfadonha opinião sobre esse ato que um casal
se propõe a fazer, só funciona e eu só casaria se assim o fosse, porque mulher
é assim gosta das coisas bem definidas, mesmo que elas não funcionem como dita
a regra é bom garantir. Mesmo que aquele documento seja apenas um contrato,
dane-se, o lance é dar mais trabalho pra
quem resolver descumprir as normas. Sobre amor , não vejo co-relação.
Diarréia , bom sem papel como teremos uma diarréia? Não faço
idéia de como proceder , juro que por isso não passei e nem pretendo...é muita
humilhação.
Lembro que um dos meus maiores medos morando em são paulo
era não encontrar um banheiro caso ela surgisse assim sem avisar, como de fato
surgem elas. Imagina ter uma dessas no metrô, cara porque metrô não tem
banheiro, porque é rápido? Diz isso quem não sabe o poder da rapidez de uma
diarréia . Encontrando o lindo banheiro tem que ter papel.
Mas os caras românticos se superam no quesito intensidade
chata. To falando dos tais poetas que surgem no facebook e frases atribuídas a
pessoas que não se sabe se são elas mesmas .
Mas posso citar como exemplo o Caio Fernando Abreu, sim são
muito legais as coisas que ele escreveu :
"Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber."
"A vida tem caminhos estranhos, tortuosos às vezes difíceis: um simples
gesto involuntário pode desencadear todo um processo. Sim, existir é
incompreensível e excitante. As vezes que tentei morrer foi por não poder
suportar a maravilha de estar vivo e de ter escolhido ser eu mesmo e fazer
aquilio que eu gosto - mesmo que muitos não compreendam ou não aceitem."
Entre outras.
Sinceramente, você namoraria um cara desses? Porque a garota
que diz que namoraria , tá mentindo, e
feio, e esse cara seria trocado pelo primeiro "Mané de saveiro rebaixada" que tocasse “eu quero tchu eu quero tcha” pra
ela .
Esse poeta como outros só funcionam no papel, pra ilustrar
algumas situações românticas que uma hora vamos precisar, pra copiar e escrever
um cartão , pra ficar enchendo o facebook de bosta . Mas que na verdade se
relacionar com alguém tão intenso não dá , é
chato, essa pessoa vai ficar cobrando amor, vai te trair com o primeiro
que der mais atenção a ela, gente muito intensa é volúvel, precisa estar
constantemente sentindo paixão ou qualquer sentimento que a faça sofrer, é como
um dependente químico. E para quem convive é insuportável é como estar com
diarréia pro resto da vida, ou pior, ficar casada o resto da vida, tipo, não dá.
Era pra ter relação com o papel a idéia inicial, mas
sinceramente me perdi.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
As vergonhas mais vergonhosas.
Todo mundo tem vergonhas que já passou ou vai passar na
vida.
Algumas provocadas por nós mesmos, outras por pessoas que
nos acompanham e outras alheias, as alheias que se danem.
Vamos a elas:
Vergonha 1 :
Final do ginásio – eu era nerd, e fiz uma música idiota
apenas pra ganhar nota, o foda dos nerds é que só eles lembram de alguns
trabalhos, enfim minha música foi escolhida por ser a única a ser apresentada na sala de
aula e pra ser apresentada no dia do estudante ou sei lá que data comemorativa
vergonhosa.
Eu nunca soube nada de música (a não ser quando fingia tocar
violino pra ir pro playcenter, deixa pra lá) então tinha que ensaiar a musica e nem eu , nem os coleguinhas
ensaiaram subimos no palco e cantamos ..na verdade ninguém nem sabia a letra ,
parecia um jogral dus infernos e
detalhe era uma paródia em cima da
música do Skank “pacato cidadão”, até hoje se eu ouvir essa música eu choro,
desespero.
Um dia vou inventar um buraco portátil, algo que se abra
nesses momentos e você possa ir pra sua
casa tipo tele transporte.
Vergonha 2:
Na época da
faculdade eu já bebia e daí vieram
aquelas que na hora você até acha o máximo...tipo “fama poder e glamour”, puro engano o outro dia sempre chega com a
ressaca e uma tal vergonha de um momento que não sei ao certo, mas subi no
palco e cantei Cássia Eller “ malandragem” tenho problemas com essa música
mesmo quando ouço sozinha sinto vergonha de mim..ou do que eu pensava que podia
ser, achei por alguns momentos que era a Cássia Eller.
Nota: Nesse dia meu irmão diz que viu e estava pegando uma
mocinha no fundo da festa e fingiu que não me conhecia...tarde demais.
Tenho um amigo marcelo que quando me apresenta pra alguém
sempre conta isso quando quer dizer que sou legal.
Vergonha 3:
Eu formei e meu pai querendo me ajudar descolou um contato
super fodástico, eu estava praticamente empregada e era na praia...nossa não
poderia querer coisa melhor, até que enfim ,meu pai depois daquela boneca
Barbie aos 8 anos , não tinha me dado tanta alegria.
Liguei pro tal cara que me fez falar com a filha a suposta
dona da agência de publicidade, então conversamos algumas amenidades tal e
coisa e lá pelas tantas ela me diz então onde você formou, falei onde e ela não
sabia que lá tinha curso de arquitetura...
Minutos de silêncio, eu “oi?” porque arquitetura?
Ela ué a vaga é para arquiteta seu pai disse que você formou
em arquitetura.
Bom pedi desculpas disse que havia algum engano (o engano
foi minha mãe ter transado com meu pai 9
meses antes de janeiro de 82...esse foi o engano)
Agradeci e fim.
Nota : hoje em dia meu pai já sabe dizer o nome da minha
profissão e minha mãe tem uma vaga idéia do que eu faço. Sou publicitária. Mas
isso ainda não é defini se é uma vergonha.
Vergonha 4:
Consegui trabalhar
estava em uma agência de publicidade, meio várzea mas os clientes eram legais e
estávamos em uma reunião sobre uma feira de exposições o cliente era uma
imobiliária e estávamos verificando o layout do projeto e como seria melhor
disposto os móveis dentro do stand , confesso a reunião estava longa, tinha bastante gente falando e eu não tinha
emitido nenhuma palavra, pensei vou dizer algo inteligente. E eu disse
para a dona “ Thais porque não
consultamos um arquiteto para ver como ficaria melhor aproveitado esse espaço?”
O pai dela o sócio
fodão GARGALHOU . Ela fez eu repetir a
pergunta, eu repeti mesmo sabendo que ia dar merda e ela então disse : “Iná
estamos em 5 arquitetos aqui na mesa”
Nota : Bom eu ri , devo ter ficado roxa na hora de vergonha
mas meu 5 nego que entendem do assunto e 2 horas de reunião pra decidir o
óbvio. Falei mesmo.Devo ter carma com arquitetos.
Vergonha 5:
Outra agência de
publicidade , eu já mais madura aprendendo a manter a boca fechada e aprendendo
a engolir sapos . Tínhamos uma apresentação de campanha pra um cliente pica das
galáxias, ele era nossa maior conta e queríamos que ele renovasse o contrato.
Meu patrão da época ( nota: o cara passou 300 vezes na fila
da mulísse), se meteu em todas as peças e linhas criativas, fez um samba do
crioulo doido enlouqueceu a criação, a redatora cada vez que tinha que retomar
o projeto tinha um colapso, enfim
finalizamos a super idéia ridícula dos infernos, porque tem gente que só tem
ego e esqueceu a inteligência em casa.
Detalhe EU tive que apresentar a campanha , a sorte que meu
patrão tosco também foi junto e a cada peça que eu passava para o cliente eu
notava a cara de desgosto dele o cliente, tentei não emitir nenhuma expressão
mas acho que ficou claro que eu não concordava com aquele lixo. Meu patrão não
satisfeito começou a explicar coisas se utilizando das mais bizarras analogias
para esclarecer o “insclarecível”.
Nesse dia eu também queria ter o tal buraco interplanetário portátil, mas não nem a mesa da sala de
reunião me caberia, a vontade era sair correndo , ou simplesmente rir. Sabe
aquele riso frouxo “se fudemos”. Naquele dia se eu tivesse dançado conga La
conga em cima da mesa teria sido menos
vergonhoso.
Nota : Sim o cliente saiu fora, eu antes disso consegui dar o feedback pro meu patrão, com
muita satisfação eu disse “o cliente achou a campanha péssima” (ele usou a
palavra péssima porque desconhecia outra pior), o meu patrão resumiu dizendo
que o cliente tinha mal gosto. Bom eu pedi demissão um tempo depois pra
resgatar a dignidade.
Vergonha 6:
A mais recente foi que fiquei com um moço daqueles que a
gente deseja desde a época da faculdade, quase 10 anos eu diria, foi tudo ótimo , o cara era legal mesmo como
eu imaginava, os amigos dele eram legais também , gostaram de mim e me trataram muito bem.
Fomos pra uma baladinha em um dia, agradável, no outro
fizemos um churrasco na casa de um dos amigos, conversas , bobagens..bebidas
,ele super legal, eis que apareceu uma
moça que ofereceu ameaça pra mim e o corpo pra ele(....) pirei
e foi só ribanceira abaixo, não sei se
ela deu em cima dele, não tinha condições de discernir fiquei possuída pelo
ciúme. Acordei no outro dia com um monte de mensagens enviadas para o celular do bofe. ..sem
respostas .Depois disso deletei o numero de celular dele. Analisando friamente,
eu teria corrido de alguém com a minha atitude também.
Nota : As vezes penso que ele poderia ser o homem da minha
vida, ou não. Mas o mais louco é que sabotei tudo sozinha, sou talentosa nisso.
Como puderam notar enumerei
por ordem cronológica e não por potência, porque sinceramente eu não
sei dizer qual foi mais louca. Umas foram engraçadas outras acho que terei
que fazer tratamento pra conviver.
Mas como estou viva e pretendo continuar assim, terei outras
pelo caminho eu me conheço.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Matéria : atualidades
“O caminho da vida pode ser o da liberdade e o da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou inúmeras muralhas do ódio, e tem nos feito marchar a passos de ganso para a miséria e morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido"
esse texto poderia ser de qualquer escritor atual, mas é do charles chaplin, como todos os gênios, chega a ser meio profético.
por enquanto é isso.
esse texto poderia ser de qualquer escritor atual, mas é do charles chaplin, como todos os gênios, chega a ser meio profético.
por enquanto é isso.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Tanta História
Vivi a grande parte da minha vida em uma chácara que beirava a cidade, foi uma infância feliz.
E até hoje em alguns sonhos que se misturam a coisas atuais e passadas eles sempre acontecem naquele lugar, mais propriamente entre a minha casa e a da vó.
Era uma chácara muito bonita com uma jaqueira frondosa que causava medo. Em dias de chuvas fortes parecia que iria cair em cima da casa da vó, mas tinha uma sombra amiga em dias quentes, onde eu e meus primos mais quantos amigos quiséssemos podiam brincar, e por aqui quase o ano todo é muito quente.
Eram duas casas em 1 alqueire talvez de espaço, fui muito feliz.
E por ter sido tão feliz , tenho muita saudade daquele lugar, que semana passada descobri não existir mais. Então notei como é estranho nos adaptarmos às mudanças, aos ciclos da vida e o tempo que tudo transforma, amadurece e às vezes apodrece.
Mudamos, minha vó faleceu , vendemos a chácara. Alguém comprou e virou um loteamento e agora já tem casas sendo construídas e até mesmo algumas pessoas morando em suas casas novinhas, tudo muito bonito. Famílias sendo constituídas.
Mas não para mim ainda que vi a casinha da minha vó e a minha ainda alugadas sei lá por quem em ruínas pelo tempo e a visão bonita que tinha não era exatamente aquela, parece bobo mas foi chocante.
Confesso, me emocionei, prefiro guardar as lembranças que ainda mantenho, passar por lá vai me causar um pouco de desconforto, esse desconforto da mudança meio que inevitável.
E aquilo tudo que fazia parte da minha história e do meu passado agora vai fazer parte da história e do passado de muita gente.
Pensando bem aquele lugar que me fez tão feliz vai servir pra muita gente ser feliz também.
Mas tenho pra mim que foi por lá que enterraram meu umbigo.
Desapegar é uma arte dos evoluídos.
terça-feira, 20 de março de 2012
Por pouco
Tá tudo igual,
As coisas não mudam como gostaríamos, hoje o sol nasceu amarelo do mesmo jeito que se pôs ontem.
Porém algumas coisas podem ser evitadas, como a Ijanara escrevendo sobre a Grande Tupi Paulista.
Foi por pouco, ainda resta esperança.
Obrigado pelo contato,
Fiquem na espreita e aproveitem, o fim do mundo se aproxima... mas não para esse blog.
E Dona Alessandra, tem Beatles cover no MPB dia 14/03, você gostaria de ir?
As coisas não mudam como gostaríamos, hoje o sol nasceu amarelo do mesmo jeito que se pôs ontem.
Porém algumas coisas podem ser evitadas, como a Ijanara escrevendo sobre a Grande Tupi Paulista.
Foi por pouco, ainda resta esperança.
Obrigado pelo contato,
Fiquem na espreita e aproveitem, o fim do mundo se aproxima... mas não para esse blog.
E Dona Alessandra, tem Beatles cover no MPB dia 14/03, você gostaria de ir?
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Os Três Mal-Amados
João Cabral de Melo Neto
Joaquim:
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
Joaquim:
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Feliz ano novo!
Esse ano eu só queria uma coisa: Receber em dia.
Um pedido sincero pra Presidente, pra Prefeitura, Xuxa, Papai Noel, Deus, sei lá.
Qualquer um que resolva.
Grato.
Um pedido sincero pra Presidente, pra Prefeitura, Xuxa, Papai Noel, Deus, sei lá.
Qualquer um que resolva.
Grato.
Lucky Man (The Verve)
Essa é uma boa música para reflexão, além de que dá uma vontade de pensar sobre a vida o clip também é muito bom.
Dá uma vontade de ter uma casa na praia. rs
O que é felicidade pra você?
Para mim são apenas momentos sem constância, mas todos envolvem pessoas que quero bem , como amigos, família e amores (aqueles que vem e "vãos").
Vamos tocar 2012 como uma melodia e tenho dito.
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh my, my
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just where I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn?
All the love I have is in my mind?
Well, I'm a lucky man
With fire in my hands
Happiness
Something in my own place
I'm standing naked
Smiling, I feel no disgrace
With who I am
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just where I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn?
All the love I have is in my mind?
I hope you understand
I hope you understand
Gotta love that'll never die
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know
Oh my, my
Oh my, my
Oh my, my
Oh my, my
Gotta love that'll never die
Gotta love that'll never die
No, no
I'm a lucky man
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh my, my
Oh my, my
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh my, my
Oh my, my
Dá uma vontade de ter uma casa na praia. rs
O que é felicidade pra você?
Para mim são apenas momentos sem constância, mas todos envolvem pessoas que quero bem , como amigos, família e amores (aqueles que vem e "vãos").
Vamos tocar 2012 como uma melodia e tenho dito.
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh my, my
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just where I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn?
All the love I have is in my mind?
Well, I'm a lucky man
With fire in my hands
Happiness
Something in my own place
I'm standing naked
Smiling, I feel no disgrace
With who I am
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know just where I am
But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn?
All the love I have is in my mind?
I hope you understand
I hope you understand
Gotta love that'll never die
Happiness
More or less
It's just a change in me
Something in my liberty
Happiness
Coming and going
I watch you look at me
Watch my fever growing
I know
Oh my, my
Oh my, my
Oh my, my
Oh my, my
Gotta love that'll never die
Gotta love that'll never die
No, no
I'm a lucky man
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh my, my
Oh my, my
It's just a change in me
Something in my liberty
Oh my, my
Oh my, my
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Nada
Segue a longa e profunda reflexão sobre o "nada":
Posso parecer um pouco alternativo, mas continuo:
Fim.
Posso parecer um pouco alternativo, mas continuo:
Fim.
Nomes
Renata: Giofranceno, cadê o refrigerante?
Giofranceno: Por que você chama de Giofranceno e não me chama de amor?
Renata: Seu nome é Amor? Não, é Giofranceno.
-"-
Cris: eu que conheci uma Parascóvia.
Su: E minha vó que chamava Adelícia.
Bete: E minha vizinha que chama Gilete, Dona Gilete.
-"-
E o pessoal da facul que zoava o Laurisberto...
Giofranceno: Por que você chama de Giofranceno e não me chama de amor?
Renata: Seu nome é Amor? Não, é Giofranceno.
-"-
Cris: eu que conheci uma Parascóvia.
Su: E minha vó que chamava Adelícia.
Bete: E minha vizinha que chama Gilete, Dona Gilete.
-"-
E o pessoal da facul que zoava o Laurisberto...
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