terça-feira, 19 de julho de 2011

Aprendam:

Nunca mais falem mal do Palermo: Ele perdeu só 3 penaltis no mesmo jogo.

Domingo, 17/07/11, o dia que Roberto Baggio morreu de rir.

Se o deuses do futebol não punirem essa seleção brasileira eu paro de acreditar em religião.

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Ela: Se você não é racista, por que nunca namorou uma negra?
Eu: Se você é inteligente, por que faz pergunta estúpida?

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Crys: Que livro você está lendo?
Eu: 1808.
Crys: Você já leu a bíblia?
Eu: Li o resumo na internet quando fui prestar o vestibular.
Crys: O que você achou?
Eu: Meio triste, o mocinho morre no final.

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Su: Vamos ouvir uma música?
Eu: Eu que vou escolher a música?
Su: Não.
Eu: Então não vamos, não?
Su: O que você acha de sertanejo universitário?
Eu: Já passou da hora dele se formar.

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Como diz um velho ditado chinês:"爱我,当我至少应得的,因为这是我最需要的时候"

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Acho interessante essas reportagens de brasileiros que deram certo em tal lugar do mundo, fico pensando "Brasileiro só não dá certo no Brasil mesmo".

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Crys: Marcelo, você já namorou à distância?
Eu: Só cinco anos.
Crys: Caramba, e o que você acha?
Eu: Você tá falando por que o Tiziu tá na Itália?
Crys: É.
Eu: Namoro à distância pra mim é como cerveja sem álcool.

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And in the end
The love you take
Is equal to the love you make.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Doar sangue

Sábado fui doar sangue, como ainda era virgem nessa questão tive que fazer algumas perguntas:

Eu: Doar sangue faz emagrecer?
Médica: Não.
Eu: Então pra que doar?
Médica: Pra ajudar os outros.
Eu: Não tô vendo vantagem...

-"-

Eu: Doar sangue vicia?
Médica: Não.

-"-

Eu: Quem tem tatuagem pode doar?
Médica: Sim, quem fez tatuagem há mais de um ano pode doar.
Eu: Droga!
Médica: Quando você fez tatuagem?
Eu: Eu não tenho tatuagem...

-"-

Eu: Vocês ajudam algum vampiro?
Médica: Não.

-"-

Eu: O que eu consigo em troca da doação de sangue?
Médica: A satisfação de beneficiar pessoas que não têm outra opção e dependem do gesto de pessoas como você para se sentir melhor.
Eu: Só?
Médica: A gente dá um bombom depois que doar.
Eu: Oba!

-"-

Hora da doação:

Eu: Doar sangue dói?
Moça da agulha: Não.
Eu: Moça, espera só um pouquinho.
Moça da agulha O quê foi?
Eu: Cacete de agulha!
Moça da agulha: Está doendo?
Eu: Não, pode continuar.

Pra quem quiser doar, ganha o bombom mesmo!

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Todo Mundo Gosta de Mim: Desmarca a reunião hoje.
Chef Supérieur: Por quê?
Todo Mundo Gosta de Mim: Porque eu tenho outra coisa no mesmo horário.
Chef Supérieur: O quê?
Todo Mundo Gosta de Mim: Ir no cinema assistir Harry Potter.
Chef Supérieur: Ah tá.
Todo Mundo Gosta de Mim: No Harry Potter?
Chef Supérieur: No!
Todo Mundo Gosta de Mim: Então eu tô gripado...

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Eu: Como você tá?
Ela: Seguindo em frente.
Eu: Maravilha, quando chegar lá me espera.

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MFST "Movimento das Formigas Sem Terra":

Depois de negociar com o governo e não receberem nenhum pedacinho de terra elas fizeram um formigueiro dentro do meu aparelho de som.

Tenho raiva de formigas!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Caipira

Eu: Acho massa isso aí.
Crys: O quê?
Eu: Você incorporar o espírito da festa junina/julina e vir fantasiada de caipira...
Crys: Está super na moda, tá?
Eu: Eu sei, desde que o sítio é sítio. Lá esse tipo de roupa nunca saiu de moda, meu vô tem umas 15 camisas igual a sua...
Crys: Mas essa é camisete, tá?
Eu: Ahh tá, agora mudou tudo.
Crys: É igual?
Eu: É tudo igual só que diferente.
Crys: Como você é besta...
Eu: Tem bolso, botões, tecido, manga, gola, é igual!
Crys: Eerrr.
Eu: Tô brincando, mas eu acho que já vi o estilo da sua camisa em algum lugar.
Crys: Vai falar que você fica reparando em toda camiseta xadrez que vê na rua?
Eu: Não, só as que foram feitas com as toalhas de mesa da minha vó.
Crys: Nossa, como você é engraçado.
Eu: Eu sei.

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As vezes bate aquela vontade de ir embora, mesmo sem ter para onde ir!

Seleção Brasileira

Desde que nasci nunca vi algo tão ridículo, começando pela camisa.

Reza a lenda que embaixo daquela faixa no peito tinha uma frase que foi censurada.

Comecei a ver a seleção por volta de 1992, depois de 20 anos, duas Copas do Mundo e o resultado é esse?

Depois do primeiro jogo da Copa América disseram que aquele não era o dia do Brasil, juro, não lembro de um dia que tenha sido "do Brasil" desde 2007.

Beira o patético a atitude dos jogadores, sabe quando te chamam pra jogar futebol com uma galera que você não conhece e fica com receio de reclamar? A seleção está assim, ninguém reclama, estamos perdendo de 3x0 mas tá tudo bem...

O gato comeu a língua do Lúcio;
Ganso anda menos que o Ronaldo Fenômeno;
Neymar, além de não ter objetividade, diziam que era dono de um talento inacreditável, reconheço que não dá pra acreditar que aquilo seja qualquer forma de talento, nem fazer firula ele não sabe. Acho até que o "Cone" deveria ser titular no lugar dele;
Tá na cara que o Robinho é argentino.

Hoje, a seleção me lembra o São Paulo, só tem amarelão.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Horóscopo

Ontem:

Eu: Comecei a acreditar no horóscopo, no de Aquário dizia que essa semana aconteceria coisas boas nos negócios.
Crys: Vai sair o pagamento?
Eu: Não, a Andina vai embora hoje!
Crys: Besta...

Hoje:

Eu: Assombração!
Colombiana: O que foi?
Eu: Você foi embora ontem...
Colombiana: Sim, sou irmã gêmea dela.
Eu: Ah, você é a Rutinha, sem querer falar mal, mas sua irmã é chata demais...
Colombiana: E você que é chato e gordo?
Eu: "Ahhhh! Num é a Rutinha"

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Fui cortar o cabelo no SESC:

Mocinha: Como você quer o corte?
Eu: Do jeito que está, só que mais curto...
Mocinha: Tudo na tesoura?
Eu: Pode ser.
Mocinha: Tá.

Ela iria começar a cortar quando eu faço uma pergunta irrelevante:

Eu: Eu não preciso vestir aquele avental?
Mocinha: Ah, o avental!
Eu: Se não suja muito, né?
Mocinha: Tinha esquecido.

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Aula sobre drogas:

Ela: Didinha, por que não pode usar drogas?
Didinha: Porque senão fica dentuço.
Ela: Dentuço?
Didinha: É, o dente cresce...
Ela: Ahhhh tá.

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Ela: Marcelo, você é contra, né?
Eu: Não sou contra nem a favor, muito pelo contrário.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Sai zica

Junho em Maringá é assim, começa com aquele calorzinho gostoso, 42ºC, depois começa um friozinho maroto, -1ºC, não contente com o friozinho vem a chuva.

Como é bom você ir trabalhar tomando chuva, ficar todo molhado e lembrar o dia todo que está frio pra c**ralho.

Os tênis molham, os pés congelam, a boca fica toda rachada.

Pior é que a mão fica completamente gelada, não dá nem pra tocar... violão.

É uma sensação que beira o fantástico!

Não saiu meu PIS, que raiva!

Ontem, quando acordei pra vir trabalhar começou a chover, tomei chuva. Parou durante a tarde. Estava me preparando para ir embora e disse "Vou aproveitar que não está chovendo e vou subir", começou a chover...

Chegando na Av. Kakogawa, uma quadra de casa, acaba a energia do bairro.

Cheguei em casa e precisava ir ca... deixa pra lá.

Quando a energia voltou meu computador tinha pifado.

Que dia lindo!

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O Timão venceu de novo.

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Fique sabendo que goleiro do 5PFC levou mais um pinto grande (porque o goleiro do 5PFC não leva frango).

Quanto pleonasmo. Bambi, pinto grande... bom, não vou explicar.

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Inspirado por Armando Nogueira: "O Corinthians nunca venceu uma Copa Libertadores da América. Azar da Copa Libertadores da América!"

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O Guarda Abilolado

Lirinha
Composição: Chico Pedrosa

Dotô, eu tenho razão
de ser meio abilolado
Venho de um tempo marcado
por seca e revolução
Quando eu tinha um ano e meio,
escapei de um tiroteio
De meu pai com bulandeira,
e pai ganhou não sei,
também nunca perguntei,
nem sequer por brincadeira
Vim conhecer a cidade,
quando votei pra prefeito,
que por sinal foi eleito
e pra minha felicidade
me deu em emprego de guarda,
me arrumou uma farda,
um capote, um coturno,
um cacete envernizado,
um apito enferrujado
e fui ser guarda noturno
Passava-se as noite inteira
apitando na cidade
Escola, igreja, cinema,
mercado, maternidade
Nas noites frias de inverno
eu usava um belo terno
Umas meias de croché,
bebia quatro cachaça,
dava três volta na praça
e corria pro cabaré
Lá, havia de tudo,
discussão, briga, lorota,
uns que contava aventura,
uns que pagava meiota
Quando um bêbo se zangava,
eu ia lá ajeitava
O bêbo ficava manso,
pagava uma bebia,
Dava um apito e saía,
na velha ginga do ganso
Até que um dia o prefeito
fez uma reunião
E nela perguntou aos guarda:
“Querem aumento ou promoção?”
Antes de fechar a boca,
eu gritei com a voz rouca:
“Quero promoção, seu Zé!”
Disse ele “Tá garantido,
tá aprovado, tá promovido,
pro maior posto que houver!”
Me entregou a farda nova,
fulorada que nem chita,
enfeitada com galão,
estrela, medalha, fita,
broche, botão, alfinete,
Trocou meu velho cacete
por um profissional,
disse “De hoje em diante,
você é o cumandante,
da guarda municipal!”
Uns seis meses depois,
veio a guerra mundial
Nesse tempo, uma irmã minha
tava morando em Natal
Resolvi visitá-la,
butei a farda na mala
Entreguei o cargo a Raimundo,
que era quase meu irmão
Peguei o trem na estação
e me entupigaitei pelo mundo
Ô lugar longe da gota
Quase que o trem não chegava mais
Tinha hora que eu pensava
que tava andando pra trás
Entre solavanco e berro-berro
O velho embuá de ferro
viajou a noite inteira
De manhã cedo chegou
deu um apito e parou
na estação da Ribeira
Desembarquei e fiquei,
perdido na multidão
Quando eu puxava conversa
ninguém me dava atenção
Quanto mais bom dia dava,
mais o povo se zangava,
Talvez me achando chato,
era um povo diferente
Da qualidade da gente
das cidadinhas do mato
Perguntei pra mais de mil,
se eles dava notíça
De Carmelita de Souza,
uma caboca mestiça,
filha do guarda Pompeu,
mais moreno do que eu,
do cabelo meio ruim,
que morou na Ari Parreira,
que fica perto da Feira
do bairro do Alecrim
Depois de tanta pergunta,
depois de ouvir tanto não,
Carmelita apareceu
no pátio da estação
Toda metida a finesse,
puxando os ‘r’ e ‘s’
Que nem mulé de dotô
nem parecia a matuta
que lavrou a terra bruta
do sertão do interior
Mesmo assim me arrecebeu
na sua casa mudesta
Os primeiros cinco dias
pra nós foram de festa
Quando o sexto dia veio,
resolvi dar um passeio
mandei arrumar a farda,
tomei banho tirei o grude
Me arrumei como pude
pra ter meu dia de guarda
Passei o resto da tarde
sentado num tamburete
Pregando estrela, galão,
broche, medalha, alfinete
Comprei mais uns acessório,
enfeitei meu suspensório
Feita de sola curtida,
de manhã cedo vesti,
tomei café e saí,
dando risada da vida
Na Praça Gentil Ferreira,
aonde tinha um mercado
Eu parei pra tomar fôlego,
quando passou um soldado
Fez continência pra mim
Aí eu pensei assim:
“Que diabo que ele viu neu?
Deve tá me confundindo,
me achando parecido
com algum amigo seu”
Mas haja passar soldado,
fazendo assim com a mão,
Daqui a pouco,
tenente, coronel, capitão,
cabo, sargento, major,
E todo estado maior
dos quartéis da redondeza
Me cumprimentavam ali
Até hoje eu nunca vi,
tamanha delicadeza
Disparou tanque de guerra
Avião deu vôo rasante,
sirene apitou mais alto,
Canhão disparou distante
E um guarda do coronel
tirou do bolso um papel
Aonde tinha um letreiro,
nele dizia:
“Em nossa terra
tem um espião de guerra
que chegou do estrangeiro.”
Não quer falar com ninguém,
não pergunta, nem responde.
Ninguém sabe donde vem,
ninguém sabe onde se esconde.
Sua farda é cor de ameixa.
A impressão que nos deixa
é que é um grande guerreiro.
Filho de outra nação,
perigoso espião
da guerra dos estrangeiro.
Vamos leva-lo ao quartel
pra uma averiguação,
Pra saber donde diabo
vem esse espião.
Em seguida me levaram
pro quartel e me entregaram
ao comandante geral,
que quando me viu fardado,
me perguntou meio assustado:
“Que está aí fazendo em Natal?
Donde diabo é essa farda?”
Faça um favor, me informe,
qual é a nação que usa esse uniforme,
desconhecido da gente?”
Quem lhe deu tanta patente,
a troco não sei de que?
E porque vossa excelência
não responde continência?
Afinal, quem é você?
Dotô, eu sou Zé Carrapeta,
Tou vindo do Cariri
Não sei fazer continência
pra gente que nunca vi
Afinal, não sou intruso
Pois acredite eu só uso
esse quepe de biriba,
Esse cacete e esse coturno
Porque eu sou guarda noturno
No sapé da Paraíba