Passei um tempo pensando nessas pessoas que ficam criticando Emos, os cowboys que gostam de sertanejo e os pagodeiros. Então eu, com toda minha empatia, imaginei o ponto de vista deles em relação a mim.
Ponto de vista Emo:
Um Emo me vendo na rua deve pensar: "Bléé, sem franja? Eca! Que cara mais normal, deve ser muito chato viver sem inventar coisas para sofrer, ser alegre? Há! Que piada... Ele é brega, usa tênis branco, calça jeans e camiseta colorida. Que graça tem viver a vida sem maquilagem?"
Ponto de vista do Cowboy:
Um Cowboy pensaria: "Uaii, que caboclo estranho, usa calça jeans meio larga, sem engasgar no c**, camiseta amarela em vez de usar camisa xadrez e nem usa botina. “Aôôô Paxão!” (ele viu uma moça na rua). Esse moço deve ser triste, afinal, que graça tem viver sem ser corno?”
E tem o Pagodeiro:
Uns 18 pagodeiros (porque eles andam em grupo, nunca sozinhos) pensariam: “Nossa, que cidadão mais ou menos, não usa calça roxa boca de sino e nem camisa de seda coladinha, não usa cabelo curto descolorido ou pintado com Crepon, não coloca o óculos de sol na camisa e o pior... anda sozinho! Tênis? Sou muito mais meu “sapataço”! Certeza que esse tipinho aí não bebe guaraná Dolly e nem cerveja Cristal, aquele lazarento não deve nem saber tocar pandeiro. Você disse que seu nome é Marcelo? Saí fora aí mano, você sabe quem você tá olhando? Eu sou o Claydson.”
Todos com um estilo muito próprio de ser. Jamais vou falar mal de algum deles de novo.
---------------- I I --------------------------
Meu Professor:
- Marcelo, você precisa ler Zdanowich, essa é minha recomendação.
Eu:
- ZidaneQuem?
Observação feita: Professora, os autores não abrangem os gastos do Estado e a emissão de moeda feita pelo Banco do Brasil nos anos 80, a emissão de muito papel moeda gera inflação, né?
Resposta da Professora: Ah é? Eu não tô falando que só a emissão que gera inflação.
Comentário: Nem eu!
Professora: ????
------------- I I ----------------
A gripe suína anda atacando até computadores.
Ainda bem que estes com seu poder de backup conseguem, após alguns dias de mal estar, se salvar e melhoram sem maiores problemas.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Enquanto isso, no lustre do castelo....
Parece que vou mesmo me mudar...
Falta achar apartamento.
Parece que o projeto do professor é mais difícil do que eu esperava...
Falta eu estudar mais.
Parece que a minha orientadora está brava pela falta de encontros comigo...
Falta eu procurá-la mais.
Parece que o mês dura mais tempo que o meu dinheiro...
Falta eu parar de tirar xérox (parar de beber jamais).
Parece que uma professora minha só faz perguntas absurdas...
(tipo: Qual o PIB do Brasil em 1958?)
Falta eu achar as respostas absurdas.
(tipo: Minhoca Elétrica.)
------------------------------- II -------------------------------------
Hoje na faculdade a professora falava sobre a reserva nacional no começo do governo FHC e como eu havia dito alguns posts atrás... Criatividade é para poucos.
Vem a pergunta: E hoje, como estão as reservas?
Vem a resposta: Tão foda, pelo menos as minhas estão zeradas!
Vem outra pergunta: As suas não, as do governo.
Vem outra resposta: Pô, pergunta difícil antes do almoço?
------------------------------ II -------------------------------------
Quando aos 25 anos você ainda é uma criança e você tem uma amiga que aos 23 anos também é uma criança o que acontece??
pensou?
Acho que não é isso...
Tenta de novo!
Os dois vão para o parque de diversões, cheio de crianças, andar nos brinquedos e comer fondue...(é mole?)
Não pagava para entrar no parque, ou seja, só tinha pessoal selecionado e bonito. Fomos na montanha russa e de repente sobe um cheiro doce e agradável de suor, daquele de fazer arder o nariz. Também fomos num brinquedo que você entra num "trenzinho", ele começa a rodar para a frente e depois volta (de costas), nesse tinha uma capota de lona que abria e fechava, tomei uma na cabeça do ferro que segurava a capota quando ela foi fechar (Nice!). Descobri que a Keli não precisa nem ir no castelo do terror para tomar um susto, bastou um carinha que saiu de lá e deu um grito perto dela para ela dar um pulo.
Uma noite legal para nós que temos 13 e 11 anos.
Falta achar apartamento.
Parece que o projeto do professor é mais difícil do que eu esperava...
Falta eu estudar mais.
Parece que a minha orientadora está brava pela falta de encontros comigo...
Falta eu procurá-la mais.
Parece que o mês dura mais tempo que o meu dinheiro...
Falta eu parar de tirar xérox (parar de beber jamais).
Parece que uma professora minha só faz perguntas absurdas...
(tipo: Qual o PIB do Brasil em 1958?)
Falta eu achar as respostas absurdas.
(tipo: Minhoca Elétrica.)
------------------------------- II -------------------------------------
Hoje na faculdade a professora falava sobre a reserva nacional no começo do governo FHC e como eu havia dito alguns posts atrás... Criatividade é para poucos.
Vem a pergunta: E hoje, como estão as reservas?
Vem a resposta: Tão foda, pelo menos as minhas estão zeradas!
Vem outra pergunta: As suas não, as do governo.
Vem outra resposta: Pô, pergunta difícil antes do almoço?
------------------------------ II -------------------------------------
Quando aos 25 anos você ainda é uma criança e você tem uma amiga que aos 23 anos também é uma criança o que acontece??
pensou?
Acho que não é isso...
Tenta de novo!
Os dois vão para o parque de diversões, cheio de crianças, andar nos brinquedos e comer fondue...(é mole?)
Não pagava para entrar no parque, ou seja, só tinha pessoal selecionado e bonito. Fomos na montanha russa e de repente sobe um cheiro doce e agradável de suor, daquele de fazer arder o nariz. Também fomos num brinquedo que você entra num "trenzinho", ele começa a rodar para a frente e depois volta (de costas), nesse tinha uma capota de lona que abria e fechava, tomei uma na cabeça do ferro que segurava a capota quando ela foi fechar (Nice!). Descobri que a Keli não precisa nem ir no castelo do terror para tomar um susto, bastou um carinha que saiu de lá e deu um grito perto dela para ela dar um pulo.
Uma noite legal para nós que temos 13 e 11 anos.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Loucuras
É impressionante como esse orkut é impressionante! Hahaha
Pessoas que a gente nem lembra, que até achamos que já morreram, aparecem do nada. Dão o ar da graça e mostram que ainda lembram-se de você.
Uma eu já até já namorei e só agora, quando apareceu o nome dela nos últimos contatos que viram meu perfil, percebi que nem sabia que ela era são paulina e pior que isso, que o nome dela era com Y em vez de I.
Me faz lembrar também como uma mulher pode destruir uma amizade e como somos idiotas por deixar que uma mulher destrua essa amizade.
Mas então, decidi que vou começar a gastar meu dinheiro com a "Kabbalah Water", uma água que promete deixar o corpo mais "puro por dentro". Esse negócio de água mineral tá por fora e além do mais, com certeza essa Kabbalah Water deve fazer bem pra pele.
E essa gripe suína hein?
Na faculdade um professor falou que “taxa” é aquilo que pagamos por um serviço público, ou seja, água, iluminação pública, etc.
Então, quando um policial para você na estrada, olha todo seu carro e diz que ele não está de acordo com as normas, você pensa: Que normas? Mas não fala nada pra ele, então, você tem que pagar uma taxa pelo serviço dele... e para ele não te dar uma multa.
Pessoas que a gente nem lembra, que até achamos que já morreram, aparecem do nada. Dão o ar da graça e mostram que ainda lembram-se de você.
Uma eu já até já namorei e só agora, quando apareceu o nome dela nos últimos contatos que viram meu perfil, percebi que nem sabia que ela era são paulina e pior que isso, que o nome dela era com Y em vez de I.
Me faz lembrar também como uma mulher pode destruir uma amizade e como somos idiotas por deixar que uma mulher destrua essa amizade.
Mas então, decidi que vou começar a gastar meu dinheiro com a "Kabbalah Water", uma água que promete deixar o corpo mais "puro por dentro". Esse negócio de água mineral tá por fora e além do mais, com certeza essa Kabbalah Water deve fazer bem pra pele.
E essa gripe suína hein?
Na faculdade um professor falou que “taxa” é aquilo que pagamos por um serviço público, ou seja, água, iluminação pública, etc.
Então, quando um policial para você na estrada, olha todo seu carro e diz que ele não está de acordo com as normas, você pensa: Que normas? Mas não fala nada pra ele, então, você tem que pagar uma taxa pelo serviço dele... e para ele não te dar uma multa.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Me ligaram
Eu: - Alô.
Moça: - Alô, quem?
Eu: - Marcelo.
Moça: - Marcelo, é aqui da Casa do Micro.
Eu: - De onde?
Moça:- Da Casa do Micro. Eu preciso que você me passe a senha antiga aqui do sistema, eu não consigo entrar com a nova.
Eu: - O que faz você pensar que eu sei a senha?
Moça: - Porque é a sua senha!? Só você sabe!
Eu: - Eu sei? Moça você tem certeza que ligou pro Marcelo certo?
Moça: - Que Marcelo é você?
Eu: - O que estuda Economia em Maringá e nunca ouviu falar em Casa do Micro!?
Moça: - Ixiii, liguei pro Marcelo errado mesmo. Obrigada!
Eu: - Ahh, a senha é 939495!
Moça: - Sério?
Eu: - Não! Eu não sei a senha.
Moça: - Boa tarde (significando, vai tomar no seu c***).
Eu: - Pra você também... hahahahaha.
Devia ter perguntando pra ela se eu faltei no serviço hoje.
E essa gripe suína hein?
Ahh, os neoliberais!
Hoje não chove!
Moça: - Alô, quem?
Eu: - Marcelo.
Moça: - Marcelo, é aqui da Casa do Micro.
Eu: - De onde?
Moça:- Da Casa do Micro. Eu preciso que você me passe a senha antiga aqui do sistema, eu não consigo entrar com a nova.
Eu: - O que faz você pensar que eu sei a senha?
Moça: - Porque é a sua senha!? Só você sabe!
Eu: - Eu sei? Moça você tem certeza que ligou pro Marcelo certo?
Moça: - Que Marcelo é você?
Eu: - O que estuda Economia em Maringá e nunca ouviu falar em Casa do Micro!?
Moça: - Ixiii, liguei pro Marcelo errado mesmo. Obrigada!
Eu: - Ahh, a senha é 939495!
Moça: - Sério?
Eu: - Não! Eu não sei a senha.
Moça: - Boa tarde (significando, vai tomar no seu c***).
Eu: - Pra você também... hahahahaha.
Devia ter perguntando pra ela se eu faltei no serviço hoje.
E essa gripe suína hein?
Ahh, os neoliberais!
Hoje não chove!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Criatividade é para poucos
Na prova que eu fiz hoje na faculdade tinha uma questão que era pra gente assinalar verdadeiro ou falso (acreditem, 5º ano de faculdade, questão de (v) ou (f) na prova!), mas não era tão simples (tá achando que a vida é festa?), tenho em vista que toda a questão que a gente assinalasse falsa teríamos que justificar os motivos dela ser falsa. Também não podíamos "chutar" verdadeiras todas as questões. Bom, já que eram afirmações, basta eu colocar um “não” (ou tirar o "não") que já muda o sentido, tipo: Questão 1 - ( F ) O Marcelo afirma que muita gente costuma ler o blog dele. Justificativa: Não, o Marcelo não afirma.
Simples assim.
Tem um amigo meu que tem o dom da criatividade. A questão era:
Questão 8 - ( ) Quando Bresser era ministro do governo FHC, a principal medida de reforma do Estado proposta por ele foi a diminuição da área de atuação do Estado.
Coloquei "V" na questão, e não tinha certeza se estava certo, não estudei muito para a prova. Depois da prova começa o debate. Aquela questão 5 era não sei o que, a outra era assim, uma outra era assado. Quando chegamos a questão 8 veio a justificativa mais célebre que eu já ouvi:
Questão 8 - ( F ) Quando Bresser era ministro do governo FHC, a principal medida de reforma do Estado proposta por ele foi a diminuição da área de atuação do Estado.
Justificativa: O Bresser nunca foi ministro no governo FHC.
Claro que não! A professora queria testar nossos conhecimentos pra ver se a gente sabia quem era o ministro e não qual foi a principal proposta para a reforma do Estado. Pegadinha do Malandro!
Muitos minutos de risadas e começam os comentários:
1ª – Cara, porque você acha que ela ia mentir sobre quem era o ministro?
2ª – Você também podia justificar que o nome Breser estava com um S só, então, o erro estaria aí. A questão é falsa pois o nome Bresser é com dois Ss.
3ª – A professora é mesmo muito jumenta, ela não sabe que o plano Bresser foi em 1980 e tantos?
4ª – Você analisou todas as questões para colocar falsa, né? Tipo, a questão 5 é falsa, ou pelo menos está errada, pois consta um erro gramatical na questão 5. A senhora não colocou vírgula para isolar o objeto direto anteposto ao verbo nas construções em que ele aparece também com sua forma pleonástica.
Havia uma outra questão, essa eu que respondi de forma um pouco fora do usual.
Parte 3:
Questão 2 – Comente de forma breve fazendo uma análise conjuntural da economia em termos do PIB de 2008 tomando maior foco no setor que mais contribuiu no PIB.
Fiquei pensando uns 10 minutos e nada consegui concluir, não sabia o que tinha acontecido no Brasil no ano passado pois não passei muito tempo aqui, o tempo que passei não me preocupei com a economia, apenas li alguns artigos e reportagens sobre a crise, nada fora disso. Também me lembrei de ontem enquanto eu estudava os últimos textos, que eles terminavam no governo FHC, logo, não li nada sobre a conjuntura econômica de 2008. Dei a seguinte resposta:
R: Por acaso havia em algum dos textos comentários ou análises da conjuntura nacional referente ao período de 2008? Pelo que eu me lembro de ter estudado, os textos que referentes a 1ª avaliação terminaram nas reformas do Estado propostas pelo governo do Fernando Henrique Cardoso. Realmente preciso responder uma pergunta que nem estudamos nas aulas ou sequer é citada nos textos?
Acho que errei esta questão e consequentemente minha prova vale 9!
Simples assim.
Tem um amigo meu que tem o dom da criatividade. A questão era:
Questão 8 - ( ) Quando Bresser era ministro do governo FHC, a principal medida de reforma do Estado proposta por ele foi a diminuição da área de atuação do Estado.
Coloquei "V" na questão, e não tinha certeza se estava certo, não estudei muito para a prova. Depois da prova começa o debate. Aquela questão 5 era não sei o que, a outra era assim, uma outra era assado. Quando chegamos a questão 8 veio a justificativa mais célebre que eu já ouvi:
Questão 8 - ( F ) Quando Bresser era ministro do governo FHC, a principal medida de reforma do Estado proposta por ele foi a diminuição da área de atuação do Estado.
Justificativa: O Bresser nunca foi ministro no governo FHC.
Claro que não! A professora queria testar nossos conhecimentos pra ver se a gente sabia quem era o ministro e não qual foi a principal proposta para a reforma do Estado. Pegadinha do Malandro!
Muitos minutos de risadas e começam os comentários:
1ª – Cara, porque você acha que ela ia mentir sobre quem era o ministro?
2ª – Você também podia justificar que o nome Breser estava com um S só, então, o erro estaria aí. A questão é falsa pois o nome Bresser é com dois Ss.
3ª – A professora é mesmo muito jumenta, ela não sabe que o plano Bresser foi em 1980 e tantos?
4ª – Você analisou todas as questões para colocar falsa, né? Tipo, a questão 5 é falsa, ou pelo menos está errada, pois consta um erro gramatical na questão 5. A senhora não colocou vírgula para isolar o objeto direto anteposto ao verbo nas construções em que ele aparece também com sua forma pleonástica.
Havia uma outra questão, essa eu que respondi de forma um pouco fora do usual.
Parte 3:
Questão 2 – Comente de forma breve fazendo uma análise conjuntural da economia em termos do PIB de 2008 tomando maior foco no setor que mais contribuiu no PIB.
Fiquei pensando uns 10 minutos e nada consegui concluir, não sabia o que tinha acontecido no Brasil no ano passado pois não passei muito tempo aqui, o tempo que passei não me preocupei com a economia, apenas li alguns artigos e reportagens sobre a crise, nada fora disso. Também me lembrei de ontem enquanto eu estudava os últimos textos, que eles terminavam no governo FHC, logo, não li nada sobre a conjuntura econômica de 2008. Dei a seguinte resposta:
R: Por acaso havia em algum dos textos comentários ou análises da conjuntura nacional referente ao período de 2008? Pelo que eu me lembro de ter estudado, os textos que referentes a 1ª avaliação terminaram nas reformas do Estado propostas pelo governo do Fernando Henrique Cardoso. Realmente preciso responder uma pergunta que nem estudamos nas aulas ou sequer é citada nos textos?
Acho que errei esta questão e consequentemente minha prova vale 9!
terça-feira, 28 de abril de 2009
Acontece
Eu sei que eu não sou mestre no inglês, meu inglês é até bem limitado, mas tem umas pérolas que nem eu cometeria.
Uma vez estava trabalhando no Lual do Hotel no Hawaii junto com o Ben (um Filipino que trabalhava de runner) e Scott (cook) e:
(A conversa foi exatamente assim)
Ben: - Scott, Scott! You tink there is pig enough? (o tink é think)
Scott: - What is pigenough? Is it like strogonoff?
Ben: (Fez uma cara engraçada, com certeza ele não entendeu a piada, e) - Need more pig?
Scott: - Ohh, if is there enough pig? Back words man. You know, blue sky, pretty woman!
Ben: - Yeah, yeah! (Ele ainda não tinha entendido)
Scott: - Yes, there is!
Scott vira pra mim e fala:
Scott: - See? Those guys from Philippines don’t even know English.
Marcelo: - Take it easy!
Scott: - Take it easy?! When I ask him something, he starts moving his head and… nothing, He doesn’t understand what I am asking for him. I’m gonna show you.
Scott vira para Ben e fala:
Scott: - Ben, could you get that bucket with ice for me, please?
Ben: - (Começa a mover a cabeça para cima e para baixo sem dar um passo para pegar o balde com gelo).
Scott vira pra mim:
Scott: - I told you!
Marcelo: - I’ll get it.
Scott: - I don’t need that bucket, and you know what? I’m talking with you now and he is still moving his head. Do you wanna bet?
Marcelo: - No, thank you. He is moving his head, I can see.
Scott vira mais uma vez pro Ben e fala:
Scott: - Ben, stop moving your head, I know that you didn’t understand me.
Ben: - (Sorriu e continuou mexendo a cabeça por um tempo, depois parou).
-------------------------- " -------------------------------------
Hoje meu professor disse uma frase que eu demorei pra acreditar:
"Os custos que variam, são os custos variáveis."
E pasmem, com isso conseguimos afirmar que os custos que não variam, são fixos!
Uma vez estava trabalhando no Lual do Hotel no Hawaii junto com o Ben (um Filipino que trabalhava de runner) e Scott (cook) e:
(A conversa foi exatamente assim)
Ben: - Scott, Scott! You tink there is pig enough? (o tink é think)
Scott: - What is pigenough? Is it like strogonoff?
Ben: (Fez uma cara engraçada, com certeza ele não entendeu a piada, e) - Need more pig?
Scott: - Ohh, if is there enough pig? Back words man. You know, blue sky, pretty woman!
Ben: - Yeah, yeah! (Ele ainda não tinha entendido)
Scott: - Yes, there is!
Scott vira pra mim e fala:
Scott: - See? Those guys from Philippines don’t even know English.
Marcelo: - Take it easy!
Scott: - Take it easy?! When I ask him something, he starts moving his head and… nothing, He doesn’t understand what I am asking for him. I’m gonna show you.
Scott vira para Ben e fala:
Scott: - Ben, could you get that bucket with ice for me, please?
Ben: - (Começa a mover a cabeça para cima e para baixo sem dar um passo para pegar o balde com gelo).
Scott vira pra mim:
Scott: - I told you!
Marcelo: - I’ll get it.
Scott: - I don’t need that bucket, and you know what? I’m talking with you now and he is still moving his head. Do you wanna bet?
Marcelo: - No, thank you. He is moving his head, I can see.
Scott vira mais uma vez pro Ben e fala:
Scott: - Ben, stop moving your head, I know that you didn’t understand me.
Ben: - (Sorriu e continuou mexendo a cabeça por um tempo, depois parou).
-------------------------- " -------------------------------------
Hoje meu professor disse uma frase que eu demorei pra acreditar:
"Os custos que variam, são os custos variáveis."
E pasmem, com isso conseguimos afirmar que os custos que não variam, são fixos!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
No Banco do Brasil
Precisava ir no Banco do Brasil para pegar o cartão da minha conta, supostamente chegaria em duas semanas depois de conta ser aberta e como já fazia 3 semanas que eu tinha aberto a conta, fui. Cheguei no japonês que supostamente me entregaria o cartão e perguntei sobre ele. Depois de 5 minutos na frente do computador digitando muitos Fs5 e Tabs ele me deu a informação que esqueceram de fazer meu cartão.
Perguntei:
- Como um banco esquece de fazer um cartão? Qualquer outro banco enviaria o cartão na minha casa e o Banco do Brasil faz a gente vir buscar!
Pensei: "Se fosse em outro lugar, por exemplo, num restaurante, o chefe chegaria até a mesa e diria: Senhor, seu pedido não foi feito, porém mandamos preparar alguma coisa pra compensar, o senhor não precisa pagar e, se ainda quiser, podemos fazer o seu pedido. Eu agradeceria, aceitaria a gentileza e com toda minha educação pediria por favor para eles fazerem meu pedido. Mas no banco não é assim, não posso chegar e falar: Ahhhh, então esqueceram o meu? E não tem como compensar com, tipo, R$1000,00 na minha conta?"
Vou ter que esperar 2 semanas mais.
Queria saber também se houve alguma tentativa de depósito na minha conta, um Swift, e o japonês falou que eu tinha que ir até o 1º piso para ver isso.
Cheguei no 1º piso e enfrentei uma fila de uns 20 minutos (eu amo ir no banco). Na fila haviam duas pessoas que se conheciam, um estava dois lugares à frente e o outro estava no seguinte depois de mim, ficaram conversando.
Segue o diálogo:
Baixinho: - E aí rapaz, como você tá?
Alto: - Tô bem, tem indo nadar?
Baixinho: - Nem tenho, sofri um acidente, faz 10 dias que estou de molho.
Alto: - Quando foi? (Eu: Qual parte de "10 dias" você não entendeu?)
Baixinho: - Terça-feira passada. Até tentei ir nadar mas não consegui. (Eu: Peraí, Terça passada?? Hoje é segunda, 10 dias?!?!)
Alto: - Por quê?
Baixinho: - Porque eu bati de lado e machucou os músculos das costelas. (Eu: Músculos das costelas?!?!)
Alto: - Ihh rapaz, e machucou? Teve que ir pro hospital? (Eu: Machucou p***rra, os músculos das costelas, ele acabou de dizer!)
Baixinho: - Não, nem sangrou, eu tirei a camiseta pra saber se tinha quebrado alguma coisa mas não quebrou. Só quebrou a moto. (Eu: Então quebrou alguma coisa, deerr!)
Alto: - Melhor assim.
Baixinho: - É sim, mas fiquei com falta de ar, pensei que tinha furado o pulmão. (Eu: Claro que sim, e com certeza você bateu a cabeça também!)
Alto: - Mas nem sangrou, você não disse?
Baixinho: - Mas pode acontecer né? Vai saber! (Eu: Vai saber!!!)
Chegou minha vez.
Eu: - Oi, eu gostaria de saber se foi feita alguma tentativa de depósito na minha conta nos últimos 25 dias porque eu não tinha dinheiro na conta e não sei se cobram pra fazer isso já que a tentativa foi dos EUA, acho que vocês chamam de Swift.
Caixa: - A gente não tem como saber isso aqui. Você tem que ir lá embaixo e falar com o Carlos.
Eu: - O japonês?
Caixa: - Éééé.
Eu: - Vamos supor que eu já tenha ido lá embaixo falar com ele e vamos supor também que ele tenha me dito para eu subir aqui. O que você pode fazer?
Caixa: - Você já foi lá?
Eu: - Você sabe o que significa "supor"?
Caixa: - Sim! Você foi?
Eu: - Fui!
Caixa: - Então fala com o com alguém do atendimento.
Eu: - Eu preciso pegar senha? Eu já esperei um tanto bom, porque eu vou ter que esperar mais uma hora se tiver que pegar a senha, tá cheio lá embaixo. Não tenho culpa se vocês do banco me dão informações erradas.
Caixa: - Desculpe, vai ter sim.
Eu: - Obrigado. (Sabe aquele obrigado que vale por mil palavrões? Desse tipo)
Vim pra casa!
Perguntei:
- Como um banco esquece de fazer um cartão? Qualquer outro banco enviaria o cartão na minha casa e o Banco do Brasil faz a gente vir buscar!
Pensei: "Se fosse em outro lugar, por exemplo, num restaurante, o chefe chegaria até a mesa e diria: Senhor, seu pedido não foi feito, porém mandamos preparar alguma coisa pra compensar, o senhor não precisa pagar e, se ainda quiser, podemos fazer o seu pedido. Eu agradeceria, aceitaria a gentileza e com toda minha educação pediria por favor para eles fazerem meu pedido. Mas no banco não é assim, não posso chegar e falar: Ahhhh, então esqueceram o meu? E não tem como compensar com, tipo, R$1000,00 na minha conta?"
Vou ter que esperar 2 semanas mais.
Queria saber também se houve alguma tentativa de depósito na minha conta, um Swift, e o japonês falou que eu tinha que ir até o 1º piso para ver isso.
Cheguei no 1º piso e enfrentei uma fila de uns 20 minutos (eu amo ir no banco). Na fila haviam duas pessoas que se conheciam, um estava dois lugares à frente e o outro estava no seguinte depois de mim, ficaram conversando.
Segue o diálogo:
Baixinho: - E aí rapaz, como você tá?
Alto: - Tô bem, tem indo nadar?
Baixinho: - Nem tenho, sofri um acidente, faz 10 dias que estou de molho.
Alto: - Quando foi? (Eu: Qual parte de "10 dias" você não entendeu?)
Baixinho: - Terça-feira passada. Até tentei ir nadar mas não consegui. (Eu: Peraí, Terça passada?? Hoje é segunda, 10 dias?!?!)
Alto: - Por quê?
Baixinho: - Porque eu bati de lado e machucou os músculos das costelas. (Eu: Músculos das costelas?!?!)
Alto: - Ihh rapaz, e machucou? Teve que ir pro hospital? (Eu: Machucou p***rra, os músculos das costelas, ele acabou de dizer!)
Baixinho: - Não, nem sangrou, eu tirei a camiseta pra saber se tinha quebrado alguma coisa mas não quebrou. Só quebrou a moto. (Eu: Então quebrou alguma coisa, deerr!)
Alto: - Melhor assim.
Baixinho: - É sim, mas fiquei com falta de ar, pensei que tinha furado o pulmão. (Eu: Claro que sim, e com certeza você bateu a cabeça também!)
Alto: - Mas nem sangrou, você não disse?
Baixinho: - Mas pode acontecer né? Vai saber! (Eu: Vai saber!!!)
Chegou minha vez.
Eu: - Oi, eu gostaria de saber se foi feita alguma tentativa de depósito na minha conta nos últimos 25 dias porque eu não tinha dinheiro na conta e não sei se cobram pra fazer isso já que a tentativa foi dos EUA, acho que vocês chamam de Swift.
Caixa: - A gente não tem como saber isso aqui. Você tem que ir lá embaixo e falar com o Carlos.
Eu: - O japonês?
Caixa: - Éééé.
Eu: - Vamos supor que eu já tenha ido lá embaixo falar com ele e vamos supor também que ele tenha me dito para eu subir aqui. O que você pode fazer?
Caixa: - Você já foi lá?
Eu: - Você sabe o que significa "supor"?
Caixa: - Sim! Você foi?
Eu: - Fui!
Caixa: - Então fala com o com alguém do atendimento.
Eu: - Eu preciso pegar senha? Eu já esperei um tanto bom, porque eu vou ter que esperar mais uma hora se tiver que pegar a senha, tá cheio lá embaixo. Não tenho culpa se vocês do banco me dão informações erradas.
Caixa: - Desculpe, vai ter sim.
Eu: - Obrigado. (Sabe aquele obrigado que vale por mil palavrões? Desse tipo)
Vim pra casa!
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